Coletivo As Pretas 65100, Marilene, candidata a Deputada Estadual do Tocantins

Não é só uma.
Somos muitas.

Marilene leva na urna a voz de um coletivo de mulheres negras do Tocantins. Cada voto no 65100 carrega muitas histórias, territórios e lutas para a Assembleia.

Mãe Carol e Marilene lado a lado, sorrindo

O coletivo

Uma candidatura que nasce de mulheres reais

O Coletivo As Pretas reúne mulheres com histórias, vivências e lutas diferentes em volta de um mesmo propósito: ampliar a representação das mulheres, enfrentar o racismo e defender a igualdade racial, a liberdade religiosa e os direitos de quem quase nunca aparece na política.

A inspiração vem do que mulheres negras construíram em outros estados, onde a expressão Vote nas Pretas virou uma convocação por representatividade e ocupação dos espaços de poder. No Tocantins, o conceito ganha identidade própria, ligada à história, às comunidades e às mulheres daqui.

São mulheres que trabalham, criam filhos, participam da vida do bairro, conhecem de perto o preconceito e a desigualdade. Elas decidiram ocupar a política para representar quem raramente se sente representado.

Existe um nome na urna, mas existem muitas vozes por trás dele.

Quando uma Mulher chega, muitas chegam junto.

Quem somos

Duas histórias que carregam muitas outras

Marilene é quem leva o coletivo na urna. Mãe Carol representa a defesa da liberdade religiosa e dos povos de terreiro.

Marilene, candidata a deputada estadual

Marilene do Povo

Marilene

Mulher negra, costureira, gente da comunidade. Marilene é pioneira da antiga região do Canela e foi reassentada na 158 Norte, onde segue perto das famílias que conhece pelo nome.

Em 2024 disputou uma vaga de vereadora pelo PCdoB com o nome Marilene do Povo. Sua história é a de quem construiu tudo pelo trabalho e pela convivência com o povo.

Mãe Carol, do Coletivo As Pretas

Mulher de terreiro, filha de Oxum

Mãe Carol

Mãe Carol atua na organização e na defesa das comunidades de matriz afro-brasileira em Palmas. Presidiu a Afecanto, a Associação das Casas de Culto de Matriz Afro-brasileira.

Sua presença amplia o sentido da candidatura e liga o coletivo ao respeito às religiões de matriz africana, ao enfrentamento da intolerância e à cultura afro-brasileira.

Bandeiras

O que a gente defende

Seis frentes que orientam o mandato e aparecem em cada proposta.

Mulheres

Direitos das mulheres, mais participação feminina na política, autonomia, proteção e igualdade de oportunidades.

Saúde

Atendimento mais perto de casa, com hospitais regionais fortes e menos gente viajando para conseguir consulta.

Igualdade racial

Enfrentamento ao racismo e às desigualdades históricas que atingem a população negra no estado.

Povos de matrizes africanas

Respeito e valorização dos terreiros, das casas de culto, da cultura e da ancestralidade afro-brasileira.

Idosos

Cuidado, convivência e ocupação para quem já deu muito ao estado e merece atenção de verdade.

Profissionalização

Curso, qualificação e geração de renda para jovem, adulto e idoso, na cidade e na zona rural.

Propostas

Dez compromissos assumidos

O que o coletivo vai levar para a Assembleia Legislativa do Tocantins.

Mulheres

  1. Reforçar a rede de atendimento e defesa dos direitos das mulheres com emendas voltadas a projetos de saúde, segurança e independência financeira feminina.
  2. Cobrar campanhas constantes com o público masculino jovem sobre o significado e o símbolo feminino, para aumentar o respeito à mulher e diminuir os casos de machismo e violência.

Saúde

  1. Lutar pela descentralização do atendimento de alta complexidade do HGP, com hospitais regionais mais fortes, para diminuir a distância que o tocantinense percorre em busca de saúde pública.

Igualdade racial

  1. Apresentar projeto de lei para que a população negra ocupe 50% dos cargos comissionados nos órgãos do governo estadual e no legislativo, chegando também ao judiciário por meio de parceria.
  2. Fiscalizar e incentivar a aplicação da Lei 10.639, garantindo que as escolas estaduais ensinem história e cultura afro-brasileira, com material pedagógico atualizado e formação continuada para professores.
  3. Criar mecanismos para fiscalizar o artigo 461 da CLT, que proíbe diferença de salário por etnia ou raça, punindo empresas e instituições com a não contratação de serviços públicos ou emissão de certidões.

Povos de matrizes africanas

  1. Criar espaço público para o culto aos Orixás, Inquices e entidades ligadas à natureza, com ambiente para eventos, sede das associações das Casas de Culto e festas públicas, além de apoio ao calendário de eventos de Axé.

Idosos

  1. Cobrar a execução de ações de saúde, recreação e ocupação personalizada para os idosos, pela política de assistência social estadual ou pelo apoio a ONGs com destinação de emendas.

Profissionalização

  1. Defender cursos de profissionalização do jovem ao idoso, abrindo uma nova perspectiva de melhoria de vida e geração de renda.
  2. Exigir cursos voltados a quem mora na zona rural, para que as famílias enxerguem oportunidade de negócio no próprio lugar onde vivem.

Como votar

Na urna, é Marilene

Digite 6 5 1 0 0 na tela de Deputado Estadual, confira o nome de Marilene e aperte confirma.

Nossos passos vêm de longe, nossa voz também pode ir. Chegamos com a coragem preta para legislar por todos. Vem com a gente!